segunda-feira, 21 de agosto de 2017

FALANDO DISTO E DAQUILO

Olá pessoal.
Para estas férias resolvi tirar uma semana de descanso aqui em S. Pedro do Sul. Termas.
E, além  da Isabel, veio comigo o computador. E aqui vai... 


FORA DISTO E DAQUILO

Se não estivesse tão fora disto e daquilo... iria falar de Amor. Daquele amor sincero, olhos nos olhos, frio no coração, aquela dorzinha gostosa de ter muito medo de perder tudo... Daqueles momentos que só quem já amou um dia conhece bem... Daquela vontade de repartir, de conquistar todas as coisas, mas não para retê-las no egoísmo material da posse, mas para doá-las no sentimento nobre de amar. 

Se não estivesse tão fora disto e daquilo... Eu iria falar de Sinceridade. Sabe, aquele negócio antigo de Fidelidade... Respeito mútuo... e aquelas outras coisas que deixaram de ter valor? Aquela sensação que embriaga mais que a bebida; que é ter, numa pessoa só, a soma de tudo que às vezes procuramos em muitas... A admiração pelas virtudes e a aceitação dos defeitos, mas, sobretudo, o respeito pela individualidade, que até julgamos nos pertencer, mas que cada um tem o direito de possuir... 

Se não estivesse tão fora disto e daquilo... Eu iria falar em Amizade. Na amizade que deve existir entre duas pessoas que se querem bem... O apoio, o interesse, a solidariedade de um pelas coisas do outro e vice-versa. A união além dos sentimentos, a dedicação de compreender para depois gostar... 

Se não estivesse tão fora disto e daquilo... Eu iria falar em Família. Sim...Família! Essa instituição que ultimamente vive a beira da falência, sofrendo contínuas e violentas agressões. Pai, Mãe, Irmãos, Irmãs, Filhos, Lar... Aquele bem maior de ter uma comunidade unida, pelos laços sangüíneos e protegidas pelas bençãos divinas. Um canto de paz no mundo, o aconchego da morada, a fonte de descanso e a renovação das energias...

E depois, eu iria até, quem sabe, falar sobre algo como... a Felicidade. Mas é uma pena que a felicidade, como tudo mais, há muito tempo já esteja tão fora disto e daquilo e tenha dado seu lugar aos modismos da civilização... Ainda assim, gostaria que a sua vida fosse repleta dessas questões tão fora disto e daquilo a e que, sem dúvida, fazem a diferença! Afinal, que mal faz ser um pouquinho "careta..."

Autor? Digamos que "desconhecido"

DÁ PARA COMENTAR?

Roger






sexta-feira, 18 de agosto de 2017


UMA PAUSA PARA LEITURA

Na Leitura e na Escrita Encontramo-nos Todos naquilo que Temos de Mais Humano


A escrita, ou a arte, para ser mais abrangente, cumpre funções que mais nenhuma área consegue cumprir. (...) Sinto que há poucas experiências tão interessantes como quando se lê um livro e se percebe "já senti isto, mas nunca o tinha visto escrito", procurar isso, ou procurar escrever textos que façam sentir isso, é uma das minhas buscas permanentes. Trata-se de ordenar, de esquematizar, não só sentimentos como ideias que temos de uma forma vaga mas que entendemos melhor quando os vemos em palavras. Trata-se também de construir empatia: através da leitura temos oportunidade de estar na pele de outras pessoas e de sentir coisas que não fazem parte da nossa vida, mas que no momento em que lemos conseguimos perceber como é. E isso faz-nos ser mais humanos. Na leitura e na escrita encontramo-nos todos naquilo que temos de mais humano. 


IN José Luís Peixoto, DN

domingo, 6 de agosto de 2017

PERÍODO DE FÉRIAS


Meus  caros amigos!
Como sabeis, nesta altura do ano, a ASSOCIAÇÃO FECHA PARA FÉRIAS.

Como é natural o BLOG fica aberto mas com menos assiduidade.

E assim, para que não percam a oportunidade de ver ou ler algo, aqui fica um pequeno texto de ficção com humor, 
um arranjo do ROGER.

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CANTINHO DOS MA RAFADOS
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Se gosta de merda, leia;
Se não gosta de merda, leia, para evitar que lhe suceda um episódio idêntico.


»UMA VIAGEM DE MERDA«

Porque temos uns negócios aqui em Faro, e uns assuntos a tratar em Vila Nova de Gaia resolvi, com o meu sócio, Alfredo, fazermos a viagem de avião. Através da Internet adquirimos as passagens para o Porto.
E hoje, com os bilhetes na carteira, dirigimo-nos ao estacionamento dos autocarros »próximo« do concelho de Faro, na Avenida da República, junto à doca, para apanhar a carreira do circuito para o aeroporto. Estava em cima da hora da partida do autocarro. Ao colocar o pé no autocarro senti uma pequena cólica no baixo ventre, e penetrante; “logo agora que o autocarro vai partir..” “Bem, 15 minutos de viagem até ao aeroporto e descarrego lá”. Sentei-me ao lado do meu Alfredo e o autocarro partiu. Olhei para ele e sussurrei,
“ Mal posso esperar para chegar á merda do aeroporto e ir ao quarto de banho para largar o “calhau”. Nem acabei de falar, senti algo quente a beliscar as cuecas; tentei arranjar força e vontade para segurar o »calhau«.
Na estrada nacional 125, a tal, e ali junto do Fórum Algarve, o autocarro parou. Soubemos que tinha havido uma colisão entre dois veículos e a estrada estava interrompida. E o »calhau« queria cair a qualquer custo. “Logo agora, que merda!”. E tentei segurar a queda com cólicas á mistura. E enquanto cheio de nervos, olhava pela janela e via o trânsito parado pensava num banheiro e “porra!”, senti um volume almofadado entre o meu traseiro e o assento do banco e percebi consternado que havia »cagado«. Meio sólido e comprido daqueles que geralmente dão satisfação... Só que a situação era diferente e bastante  tensa. Olhei para o Alfredo como quem procura ajuda e sussurrei: “caguei”. Quando ele parou de rir disse-me para “relaxar”. “Que se dane, pensei, limpo-me no aeroporto”. E, nesse momento, o autocarro começou a andar. E a cólica no baixo ventre recomeçou forte. Escancarei os olhos, agarrei-me ao banco, mas não consegui evitar, sem cerimónia, veio a segunda »cagada«. Senti uma pasta morna, caganeira, borrando e besuntando o rabo, cuecas, fralda da camisa, pernas, calças e peúgas. Seguida de outra cólica de aviso anunciando nova cagada, desta vez em estado líquido que »queimou o buraco« rumo á liberdade. E a seguir uma grande »bufa sonora«, que não consegui segurar e todos os passageiros a olharem de repente para mim;  o meu sócio na gargalhada. Finalmente chegámos ao aeroporto e saí apressado com passos curtos dizendo ao Alfredo que levasse a minha mala ao sanitário para que pudesse mudar de roupa. Nenhum dos gabinetes tinha papel higiénico. Gritei:
- já chega, porra!
Entrei num e tirei a roupa toda. O meu sócio demorou um pouco a chegar. Já tinha feito o »check-in« e ia a correr segurar o voo. Jogou por cima da porta o cartão de embarque e a maleta de mão, desaparecendo dizendo que despachara a minha mala. 
A maleta de mão apenas tinha objectos de uso pessoal, documentos e uma camisola fina de verão. A temperatura no Porto era de 35 graus C. O maluco do meu sócio trocara a mala. “Que raiva!”
Analisei o que tinha vestido: as cuecas deitei no balde do lixo, as meias idem. Virei as calças do lado do avesso e raspei para a sanita a «merda» colada nas calças. Meti as pernas da calça dentro da sanita e puxei pelo autoclismo para as lavar. Sabão não tinha. Esfreguei e continuei a puxar pelo autoclismo até conseguir tirar toda a borra. . . Com um pivete desgraçado. Vesti a camisola enfiando pelas pernas até tapar as «miudezas»; peguei as calças e fui ao secador das mãos para as tentar secar. Enquanto o secador trabalhava entrou um fulano vestido com um saiote escocês. Mirou-me de alto a baixo e arreganhou a »fúcia« com um rasgado sorriso inglês enquanto se colocava em frente ao urinol para fazer a sua necessidade. 
Voltei ao gabinete para colocar a camisola na parte de cima do corpo e vesti as calças muito húmidas e calcei os sapatos depois de os lavar na sanita; peguei na maleta e corri para a porta de embarque, mas caminhei com dignidade. Duas simpáticas hospedeiras esperavam o passageiro que se atrasara no WC. Franziram o nariz com o cheiro, quando entreguei o cartão de embarque. Percorri o corredor até ao meu assento ao lado do meu sócio que sorria. Uma hospedeira aproximou-se e perguntou-me se precisava de alguma coisa, solicitando-me que colocasse o cinto. Agradeci dizendo que estava tudo bem mas... o meu pensamento estava numas Boas Toalhetes perfumadas para disfarçar o cheiro pestilento de “merda”.

Eu só queria esquecer este dia de »cagado«

E o avião levantou com um cheiro pestilento dum passageiro »emporcalhado«.

Um arranjo do Roger

NOTA DA REDACÇÃO: escrevam um comentário. O autor agradece

PARA ENTRETER 
As respostas a este artigo já lá estão. Veja se acertou.



  

domingo, 30 de julho de 2017

DIA DE ANOS


ANIVERSÁRIOS DE SÓCIOS 

AGOSTO                      


01 - José Martins Correia. 02 - Alierta Neto Gonçalves. 03 - José António Cabrita Neves. 04 - Maria Ivone Simões Martinho; José Manuel Justo Sousa;  Maria Estrela Parra Viegas Fernandes; José António Ponte Pires; Maria de Fátima de Sousa Almeida e Lopes. 05 - Manuel Cavaco Guerreiro. 06 - António Maria Marques Viegas; Maria José Emília Vítor da Silva; Maria Cecília Correia. 07 - Luís Alberto Rosa Cunha; Heliodoro Silva Martins Felix. 08 - Nuno Manuel Agostinho. 09 - Maria Romana Costa Lopes Rosa; Hélio Morais Vila Nova. 10 - António Boaventura Gonçalves Brás; Maria Manuela Chumbinho Rebeca; Dina Luísa Camacho Piloto Santos; Vítor Manuel Fontainhas Pedrinho.  12 - Brito Ramos; Maria Piedade Viegas Santinho Coelho Soeiro. 14 - Maria José Moreira Brito Cavaco Guerreiro; Eduardo Santos Gonçalves; José Manuel Dias Silva; Filipe José Gonçalves Santa Rita; Maria Assunção Mascarenhas Fonseca. 16 - Maria Valentina Calado da Palma Domingos Abrantes; António José Parreira Afonso; Bento da Luz Pereira. 17 - Henrique Luís de Brito Figueira. 18 – José Viegas Santos. 20 - José Carmo Elias Moreno; Maria Alice Nunes Mestre;  José dos Santos Rocha Júnior; Jorge Manuel Lopes Batista. 21 – Maria da Conceição Pinto Pires. 22 - Graciano Guerreiro Inês; Rui Manuel da Conceição Rosa.  24 – Diamantina António Baeta Gonçalves;. 25 - Manuel Mário Matoso Silva Domingues. 27 - José Francisco Guerreiro Mendes 28 - Manuel Rodrigues Serafim; Jesuíno José Amândio Oliveira; Felisbela Guerreiro da Palma Morgado; João Remendinho Guerreiro Mestre. 29 - Jacinto Manuel Afonso Teixeira Nunes; Maria José Geada Mendonça Piriquito de Almeida Rodrigues; Drª. Maria Almira Pedrosa Medina; Jorge Manuel Neto da Cruz. 

PARABÉNS A VOCÊS

sexta-feira, 28 de julho de 2017

RESOLVA SE É CAPAZ



PARA ENTRETER

1) - SE É BOM DETECTIVE DESCUBRA QUEM ROUBOU O COLAR DA DONA GERTRUDES.


TEXTO:

Numa manhã de Domingo, a D. Gertrudes levantou-se e contemplou o valioso COLAR DE PÉROLAS que iria usar nessa noite. Desceu para tomar o pequeno almoço e, quando regressou  ao quarto, verificou  que o colar tinha desaparecido.
 Quando a polícia chegou,  interrogou  os empregados da casa, tendo obtido os seguintes depoimentos:

a) A cozinheira alegou que estava a preparar o almoço;
b) O secretário disse que estava a receber o correio;
c) A empregada afirmou que estava a tratar da roupa;
d) O motorista alegou que estava a lavar o carro;
e) O jardineiro respondeu que estava a regar o jardim.
QUEM ROUBOU?                                  
                                   =================
2) - INDIQUE UMA PEDRA QUE FLUTUA E NUNCA SE AFUNDA
QUAL É A PEDRA?

As soluções destes problemas será dada Domingo.

RESPOSTAS
Foi o Secretário, mentiu, o correio n-ao é entregue ao Domingo;
É a pedra de gelo, flutua, n-ao se afunda.

segunda-feira, 24 de julho de 2017

INFORMANDO




ASSOCIAÇÃO CÍVICA TOMÁS CABREIRA


Tem por Patrono a insigne figura do professor universitário, reputado político e insigne regionalista, que foi o Tavirense Tomás Cabreira, que dá o nome à mossa Escola, a Associação Cívica Tomás Cabreira, sediada em Faro e constituída em 2010, tendo por objectivo "a promoção e defesa da igualdade dos cidadãos".

Recentemente foi eleito presidente da Direção da Associação Cívica Tomás Cabreira o Sr. José Dantas, dirigente da Administração Pública.

João Leal

RELEMBRANDO



         «O 20» A MATEMÁTICA DO MANUEL JOÃO POEIRA

 




Já o era muito meu amigo, antes do período em que mais intensamente estive ligado a Olhão (de 1958 a 1975) e daqueles que a gente não esquece pela vida em fora, uma amizade que iniciada no final dos anos 40 do século passado, quando alunos da Escola Técnica Elementar Serpa Pinto e se mantém hoje sólida e fortalecida por estes anos de fraterno convívio o nosso relacionamento com o famoso, quer como futebolista como árbitro, que o foi em ambos os casos internacional, o olhanense Manuel João Poeira. Ainda há no último almoço anual dos «costeletas» (antigos alunos da Escola Industrial e Comercial de Tomás Cabreira, que ambos orgulhosamente o fomos) trocámos uma vez e só Deus sabe até quando o solidário abraço que é expressão inequívoca da muita amizade que nos une.
Falou-se, falou-se num recordar de décadas e foi então que surgiu o «20» alcançado pelo antigo valoroso internacional futebolista júnior e conceituado árbitro da I Divisão e além - fronteiras que o foi também, na sempre dificil disciplina de Matemática por este olhanense de sempre, que continua perfeitamente igual ao que em «menino e moço» o era.
O Poeira não era um barra emérito nesta cadeira, engulho da esmagadora maioria dos estudantes, mas no diálogo havido entre seu lembrado Pai e o sempre saudoso Mestre e Professor da nossa Escola Engenheiro Diamantino Piloto (outro olhanense dos quatro costeletas e muito justamente um dos Diretores Honorários do quinzenário «O Sporting Olhanense» a que deu tanto do seu saber, arte e engenho)) foi acordado que este daria umas explicações ao jovem Fruto da sua inteligência e capacidade de aprendizagem o conhecido nome do futebol português alcançou no exame de Matemática a invulgarissima média de 20 valores, o máximo dos máximos, verdadeiro «primus inter pares». Cremos que será o único da prestigiada Escola Secundária farense, que foi, durante décadas frequentada por sucessivas gerações de «filhos de Olhão».
Sabemos que este escrito vai ferir a conhecida modéstia do Manuel João Poeira mas não queríamos nem podíamos deixar de aqui o focar, como de toda a justiça, oportunidade e valorização da vida pessoal, nesta faceta de «estudante com 20 valores a Matemática»!

João Leal

domingo, 23 de julho de 2017

REUNIÃO ANUAL DE MOTARDS EM FARO

FOTOS  do Cortejo final, Domingo 23 de Julho 2017 10h3om.
Reportagem fotográfica de Roger


MOTARDS EM FARO




































NOTA: Clicar sobre a foto para aumentar

sexta-feira, 21 de julho de 2017

AS PRÓXIMAS ELEIÇÕES



Eleições Autárquicas

Em breve teremos mais um acto eleitoral e desta vez, para eleger os cidadãos que vão governar concelhos e Freguesias do país.
Embora seja farense de nascença e nesta cidade tenha vivido durante quatrodécadas, actualmente sou eleitor no concelho de Loulé mas, mantenho a minha ligação à cidade de Faro, por  afectividade e imperativos profissionais.
Reconheço que a cidade no seu natural crescimento social e económico, em nada se compara com a que deixei, quando me mudei para viver noutro concelho.
Esta realidade não supera minimamente o que desejaria para a minha cidade-berço e capital do distrito de Faro.
Enquanto outras cidades do Algarve enriqueceram o seu património cultural, arquitectónico e económico, Faro foi perdendo o seu protagonismo de capital.
Felizmente e em boa hora, temos o aeroporto.
Muitos autarcas passaram pelos paços do Concelho, infelizmente a grande maioria com nota negativa, na minha opinião.
Uns por falta de iniciativa, outros por razões económicas e outros ainda, por outros motivos “imprevistos”.
Não podemos nem devemos alijar a nossa responsabilidade, porque todos somos responsáveis pelas escolhas que fazemos para os nossos representantes.
É fácil escolher por simpatia, sem fundamento ou mesmo, não votar e depois, à mesa do café criticar e maldizer.
Façamos um acto de contrição! Participemos civicamente façamos escolhascriteriosas, porque o proveito será de todos.
Nota: extraído da edição de 15 do corrente, do semanário Noticias de São Brás.

Jorge Tavares

sexta-feira, 14 de julho de 2017


 Quotidiano
 
Estava convencido que esta semana terminaria sem grandes surpresas, exceptuando as que os meios de comunicação diariamente invadem as nossas vidas.
Enganei-me!
Não me desloco com frequência aos bancos.
Por dificuldades temporárias duma colaboradora, necessitei ir ao Millenniumbcp agência que fica defronte ao  Hospital Distrital de Faro.
Dirigi-me à caixa para levantar  um cheque e depois ao MB requisitar um extracto de conta elevantar a verba habitual para  petty cash
Sou alertado por uma funcionária para me dirigir à sua secretária e ouvir a  informação.
A agência iria fechar hoje e só reabria no dia 4 de Setembro próximo, todos os serviços estavam já encerrados.
Podia deslocar-me á agência próxima, situada na Avenida Cinco de Outubro ( defronte do Tribunal Judicial de Faro ).
Enquanto ouvia a senhora, comecei a imaginar que a agência iria entrar em remodelação. Errado!
Para meu espanto, informou que por razões de mobilidade de pessoal ( férias ) os colaboradores desta agência e quiçá de outras, deviam  suprir carências noutros locais.
Como cliente do banco fiquei muitíssimo surpreendido e indignado, muito embora compreenda o elevado nível profissional das administrações bancárias. Os bancos apresentarem lucros no final do ano, qualquer mediano gestor resolve o problema. A mesma situação para prejuízos, já carece de um gestor de topo, porque tomar medidas como encerrar uma agência durante dois meses para mobilidade de colaboradores em férias, é de facto de grande inteligência profissional.
Vou de fim de semana mais tranquilo, porque sou depositante dum banco com prejuízos!

Jorge Tavares

segunda-feira, 10 de julho de 2017

COMENTTÁRIO

QUOTIDIANO

Meu caro Tavares,

Gosto de ler os seus "escritos", as suas "críticas...".
Não costumo responder, faço-o porque "foca" o meu "suposto".
O Roger solicitou comentários; não mos pediu! Se comentei foi, com intenção de "acordar" "outros".
Não quero, nem entro em "debates" porque provoca discussão e gera confusão.
Não se "recicle" está muito bem assim.
Ponto final... parágrafo.

Bom dia João Jorge Carmo Tavares
Maria Costeleta

COMENTÁRIO

Quotidiano

Bom dia presada “ Maria Costeleta “
Excepcionalmente vou responder ao seu comentário.
Porque considero a nossa Associação, uma extensão familiar, tenho imensa dificuldade em aceitar o uso de pseudónimos entre costeletas. embora leia sempre todos os textos que são publicados.
Quando escrevo para o blogue, faço-o com o intuito de manter ligação a todos os costeletas que leem este meio de comunicação, e que em boa hora o Rogério continua a manter vivo.
As limitações a temas fraturantes, mereceram sempre a minha concordância.
Por vezes tento fazer humor com situações ridículas, apesar de reconhecer a sua gravidade.
Com o  seu comentário terei de deduzir,  que não tenho veia humorista...vou reciclar-me.
Bom dia “ Maria Costeleta” e muito obrigado pela sua paciência em ler os meus escritos.

Jorge Tavares

domingo, 9 de julho de 2017

COMENTÁRIO


O QUOTIDIANO      (comentário)

Meu caro Tavares
A personalidade, a empatia, responsabilidade ou inteligência variam de pessoa para pessoa, creio!
As portas estavam fechadas. O problema está na segurança. E é aqui que devem inquirir e resolver a responsabilidade de quem, sem entrar de férias para "marcar passo". Agora já podem atrasar para por as "trancas" necessárias. Alguém diz: "a responsabilidade é do anterior". E eu digo: "pois! a cesar o que diz cesar"

Maria Costeleta

quinta-feira, 6 de julho de 2017

CANTINHO DOS MARAFADOS


O quotidiano
Cheguei à conclusão que é muito saudável, ser ou parecer ignorante.
Confesso a minha ignorância em tudo o que se relacione com forças armadas, terrestres, aéreas ou marítimas.
Dizem-me que são necessárias! Acredito! Dizem-me que não são necessárias! Também acredito!
Estive no serviço militar uns meses. Não gostei e só tranquilizei.  quando fiquei livre desta obrigatoriedade,  embora tivesse de pagar uma taxa. Paguei!
Tento atenuar a minha ignorância, pela leitura e audição dos meios de comunicação. Confesso que fico e estou muito confuso. Felizmente e porque alguns neurónios tentam lutar contra esta confusão, ainda fico com alguma clarividência para perceber o seguinte:
*As forças armadas, sem armas deixam de ser armadas, e ficam sem “força”.
*Uma costureira, sem máquina de costura, deixa de fazer costura e fica na “eira” 
*Perante esta situação, quer as forças armadas como a costureira, têm obrigação de  guardar a “ferramenta” da sua actvidade profissional.
*Se a costureira, deixar a porta do seu atelier aberta e roubarem a máquina de costura, a responsabilidade não será do Presidente da Junta de Freguesia, ou do Presidente da Câmara...ou será?
*Se as forças armadas não souberam guardar as armas e as roubaram, a responsabilidade não será do Presidente da República ou do Primeiro Ministro, ou será?
Responda quem souber, porque confesso a minha ignorância...não sei.
Ou saberei?

Jorge Tavares

NOTA DA REDACÇÃO: Gostaríamos de receber comentários.


O quotidiano
 
A propósito desta crónica, a redacção do nosso blogue, escreveu pela primeira vez ( que seja do meu conhecimento) em nota de rodapé, que gostariam de receber comentários sobre a mesma.
Fiquei sensibilizado e seria interessante que este pedido fosse uma constante nos textos que as e os costeletas, escrevem para o blogue.
Nota final – É de supor que não haja  relação entre o tema do texto e o pedido da redacção.
Jorge Tavares

NOTA DA REDACÇÃO: Não houve relação. Roger



segunda-feira, 3 de julho de 2017

ALMOÇO ANUAL COSTELETA


TESTEMUNHO DUM COSTELETA DIRIGENTE

Se me permitem, deixo aqui o meu testemunho referente aos artigos dos nossos colegas costeletas:
- Em primeiro lugar uma palavra de agradecimento pelo artigo do sempre atento colega Jorge Tavares mas, digo-vos que o calor que se fez sentir no recinto da Senhora Menina foi suportado pelo calor humano de todos nós assim, como o convívio que se viveu.
- Em segundo lugar, agradecer as palavras sempre simpáticas da nossa colega Maria Costeleta para com a Presidente da Associação dos Antigos Alunos da Escola Tomás Cabreira Isabel Coelho e, restantes membros da mesma. É nosso lema, dar-mos o nosso melhor em prol de todos os costeletas.
Já o disse no agradecimento ao colega Jorge Tavares mas, volto a dizê-lo que o calor humano foi muito superior ao calor verificado no referido recinto mesmo com a quebra de energia eléctrica.
- Em terceiro lugar, dar as boas vindas aos novos costeletas que, pela primeira vez se fizeram representar nos nossos convívios na expetativa de marcarem a sua presença em próximos convívios
- Em quarto lugar, agradecer a todos aqueles que se deslocaram de.várias localidades do nosso Portugal e, em especial ao nosso colega costeleta José Felix que se deslocou de Lisboa e que nos trouxe uma bonita mensagem de um grande costeleta de seu nome Professor Américo.
Finalizando este pequeno testemunho, aqui deixo o meu bem haja para os que estiveram presentes no convívio como, para aqueles que por qualquer motivo não marcaram a sua presença.
Um grande abraço de um costeleta para todos os costeletas,

Florêncio Vagues

quinta-feira, 29 de junho de 2017


Meu Caro Administrador Roger,
Se houver possibilidade de publicação aqui vai uma pequena crónica sobre o Almoço Anual Costeleta de Junho 2017.

O NOSSO ALMOÇO ANUAL

Como sempre estive presente em mais este belo almoço. Pela primeira vez foi escolhido este local. Em principio bem escolhido. Acho que o calor durante o corte de energia geral, que desligou o ar condicionado, durante um certo período, não foram suficientes para criticar a escolha do local que, diga-se em boa verdade, é local bastante aprazível. Algumas vozes discordantes sobre as iguarias comestíveis, que discordo plenamente, porque a intenção deste evento é juntar em pleno convívio todos aqueles que foram alunos da Nossa Escola; recordarem aqueles bons tempos, reverem amizades que fizeram na Escola nos anos 40, 50. 60… E alguns vieram de longe que recordo o Piloto, o Felix que trouxe uma mensagem gravada do Professor Américo, o Paixão. Mas a comida estava boa…
Aqui deixo duas palavras “louvor e “satisfação” para a Presidente Isabel Coelho e toda a Direção pelo bom trabalho que estão a executar.
Gostei do trabalho fotográfico E gostei de me ver no “pé de dança”.
Uma palavrinha para o Dr. Inocêncio. Gostei de ler o seu texto de ficção cientifica “Galáctico”. Por vezes também me dá jeito escrever esse tema. E aqui vai, se for aceite para publicação, uma pequena ficção, do mesmo tema, que dedico ao Dr. Inocêncio.
Saudações Costeletas.

Maria Costeleta


TERRORISMO ESPACIAL
 
Estamos na gare da estação espacial Cosmos 197.
Dois cientistas, Victol e Petel conversam sobre o acto terrorista que ocorreu na gare da estação espacial Cosmos 195.
Corria o ano de 3099 e, as viagens expedicionário de carisma militar para os planetas distantes da galáxia, para construção de bases para defesa dos sectores, estava em andamento. A humanidade estava a espalhar-se pelos planetas da galáxia e era necessário assegurar a colonização espacial sem riscos.
- Viu, Victor, que um dos elementos do grupo de manutenção fez explodir uma das estações a semana passada, por falta de atenção e vigilância?
- Sim? Como aconteceu isso Petel?
- O desgraçado misturou um composto químico que tem o nome de "IG0-98" no café, em vez de colocar o adoçante. Após alguns minutos foi chamado para fazer um serviço de manutenção e deixou o café lá dentro. Cinco minutos depois, a estação explodiu Victol.
- Que descuido! Que falta de vigilância com as câmaras Petel! Como podem manter pessoas neste tipo de serviço sem atenção.
- Passa-me o adoçante Victol.
Petel pegou a caixa do adoçante, sem olhar o rótulo e adoça o seu café passando depois ao amigo. Ao colocar a caixa do adoçante na mesa, a câmara de vigilância que estava na estação externa filmou a sala de manutenção, e mostrou o rótulo da caixa de adoçante. Estava escrito: "IG0-98".

Maria Costeleta